Principais medicamentos utilizados no tratamento da fibrose cística e suas possíveis interações medicamentosas

Categoria: Coluna Científica - Postador por: Comunicação IUPV - Data: 15 de fevereiro de 2021

Resumo da pesquisa realizada por Harina Cristine de Lima, Patrícia Rondon Gallina e Vinícius Bednarczuk de Oliveira. O artigo fez parte do volume exclusivo sobre fibrose cística da revista Visão Acadêmica da Universidade Federal do Paraná (UFPR), edição lançada em setembro de 2020 em alusão ao Mês Nacional de Conscientização sobre a Fibrose Cística e que pode ser acessada na íntegra clicando aqui.

A fibrose cística é uma doença que incide predominantemente a população caucasoide e é caracterizada como autossômica, recessiva, genética e sem cura, é resultante da deficiência de um gene transmembrana que regula a entrada e saída de proteína na célula, quando está funcionando normalmente permite a saída do cloreto da célula e consequentemente a água, por atração, fazendo com que tudo funcione adequadamente, em contrapartida, quando ocorre o funcionamento anormal, as consequências como aumento na viscidade do muco, infecções frequentes por bactérias, entre outras, começam a aparecer e então fazem se necessárias e indispensáveis a administração de medicamentos e suplementos.

Devido a suas características, necessita também de enfoque multidisciplinar, além de tratamentos terapêuticos concomitantes, que comumente se dão por meio de: medicamentos e suplementos; objetivando este instrumento, através de pesquisa bibliográfica a identificar os principais fins farmacêuticos utilizados durante o tratamento desta patologia, que são em sua amplitude: antibióticos, anti-inflamatórios, corticoides e multivitamínicos.

Cabendo ainda a verificação de possíveis interação entre eles, classificando-as em: mínimo, moderado e grave; ressaltando a importância da informação, prescrição, dispensação e administração correta, objetificando um tratamento adequado, sem riscos maiores e decorrentes destas interações para o paciente, possibilitando de uma forma mais efetiva uma sobrevida maior.

Você pode conferir esse estudo na íntegra e saber mais sobre os pesquisadores clicando aqui.

Nota importante: As informações aqui contidas tem cunho estritamente educacional. Em hipótese alguma pretendem substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas.

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