A atuação da Terapia Ocupacional na Fibrose Cística: uma revisão

Categoria: Coluna Científica - Postador por: Comunicação IUPV - Data: 02 de dezembro de 2019

Resumo de pesquisa realizada por Juliana Nascimento de Oliveira, Selma Denis Squassoni, Cecilia Melo Rosa Tavares, Claudia de Amarez Damasio Soares, Nadine Cristina Machado, Priscila Kessar Corodoni, Elie Fiss. O artigo fez parte do volume exclusivo sobre Fibrose Cística da revista Visão Acadêmica da Universidade Federal do Paraná (UFPR), edição lançada em setembro de 2019 em alusão ao Mês Nacional de Conscientização da Fibrose Cística e que pode ser acessada na íntegra clicando aqui.

A Fibrose Cística (FC), ou mucoviscidose, é uma doença genética e sem cura caracterizada pelo defeito no transporte iônico, o que diminui a secreção dos fluidos, dificultando sua eliminação por conta do aumento da viscosidade.

Pode causar suor mais salgado que o normal, pneumonias de repetição, diarreia, dificuldade de ganhar peso e estatura, dentre outros. Considerando estes sintomas e os prejuízos ocupacionais dos pacientes com FC, o objetivo desta revisão foi realizar levantamento na literatura acerca da temática: A atuação da Terapia Ocupacional (TO) na FC.

A busca foi realizada nas bases de dado eletrônicas: MEDLINE, LILACS, PUBMED e SciELO, com as seguintes palavras-chave: TO e FC. Os resultados praticamente não apontam a intervenção nem algum protocolo específico de TO com pacientes FC e revelam a fragilidade no conhecimento dos profissionais sobre a doença. Essa atualização demonstrou escassez de estudos abordando tal temática.

Foram encontrados apenas 52 estudos publicados entre 1954 – 2017 e destes apenas cinco tratavam do atendimento de TO com pacientes de FC, assim nota-se a necessidade de novos estudos sobre este tema. A FC é uma doença rara que atinge o campo físico, social, emocional afetando assim as áreas ocupacionais. Deve-se, portanto ser enfatizada a importância da equipe multidisciplinar, incluindo o TO como um agente importante deste tratamento.

Você pode conferir esse estudo na íntegra e saber mais sobre os pesquisadores clicando aqui.

Nota importante: As informações aqui contidas tem cunho estritamente educacional. Em hipótese alguma pretendem substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas.

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